sexta-feira, 28 de setembro de 2007

QUEM JÁ NÃO DEU UMA?

Olá amigos da comunidade bloguiana, sou o seu garoto de Blograma

Hoje quero falar sobre um termo muito usado na vida de todos nós, a chupada.
Quem é que de alguma maneira nunca deu uma chupadinha? Pode até ser que ela tenha acontecido assim por coincidência, consciente, proposital, ou quem sabe caiu de pára-quedas na sua vida e passou a fazer parte dos seus hábitos.
Eu a considero uma coisa muito saudável na medida em que ela inspira uma nova forma de se ver as coisas. Agora cuidado! Se você ficar viciado (a) aí não tem mais jeito, você vai chupar tudo o que vê pela frente. Se isso acontecer, a receita está na cara: um vidro de lustra móveis e uma flanela. Mas, se um dia você se cansar disso, chupe o pau da barraca, ops...quero dizer, chute.
Existem muitas chupadas famosas na história (não me refiro aqui ao Bill Clinton), realize a sua, muitos bons comerciais e anúncios saem de uma boa chupada, só tenho um conselho, chupe com moderação. E aí, vai encarar?

SÓ PERUANDO

Olá meus amigos viciados em leitura bloguiana,
bem-vindos! Eu sou o seu garoto de Blograma.

Estou estreando aqui, aliás estrear não é o termo correto, vou dando o ar da minha graça, embora eu mesmo não ache nada de engraçado em mim. Há quem ache, e isso sim, é uma grande piada.

Essa coisa de escrever é interessante, principalmente quando bate a aflição de não se ter a mínima idéia do que se vai dizer. Mamãe sempre disse se não tem o que falar melhor ficar calado (quem inventou isso nunca viu passarinho verde). Quando se é curioso ( e olha que de alguma forma todo mundo é, nem que seja pra falar da vida alheia) e se lê muito, as palavras saem com facilidade e as idéias são claras. Porém comigo, vez por outra acontece um apagão mental e aí, entro num processo catatônico e fico catando algum caco (arre) de idéia que possa me dar alguma luz, é o que se chama em propaganda de “um verdadeiro parto”.
As vezes sou muito direto e outras prolixo demais, ando procurando um meio termo, mas até lá, é mais fácil escrever umas três laudas do que encontrar a frase certa.
Mais fácil é ser “profícuo” (veja aí no Aurélio) de idéias, isso contribue muito mais para o serv-self variado que encanta os olhos do que o bife do olhão que enche a barriga. Se você não se encaixa em nenhuma categoria, vá de sopa de letrinhas, é o básico.
E falando nisso, a fome apertou de vez e como saco vazio não segura em pé, embora esteja sentado, vou fazer uma boquinha tipo assim meia-boca e depois dou meia volta e a gente continua essa conversa.
Até.