quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

A CERTEZA DE NADA

Tudo que preciso é ter um pouco de certeza sobre tudo.
Minhas respostas, embora prontas, não me satisfazem plenamente.
Se você tem plenamente certeza das coisas, mande cartas e e-mails para a redação, esclarecendo certos dilemas que atravessam o tempo.
Eis alguns deles:
De onde viemos, pra onde vamos? (os outros não sei, mas eu vim da periferia e quero morar no Jóquei)
Foi mesmo o tal Pedro Cabral que descobriu o Brasil? (ou foram os corsários franceses contrabandeando madeira ou ainda os fenícios no Piauí)
Quem fala mais, o homem ou a mulher? (quero crer que aí vai depender do tamanho da língua da sogra)
Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? (de galinha eu entendo, já de ovo, nadinha)
Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais? (testei e não descobri)
Maria bonita, era bonita mesmo? (creio que era porque o Lampião só a via com um olho só) (pelas fotos, hum,hum)
Quem aí vive num mar de rosas? (a minha, agora com essas chuvas, é só lama)
Ser ou não ser? Eis a questão? (Pior que não se decidir, é nem saber o que se é)
Será que grama é sempre mais verde no jardim do vizinho? (vai ver ele rega todo dia)
Se o pato Donald veste uma camisa e não usa calças, porque quando ele sai do banho cobre com a toalha a parte de baixo? (em desenho animado pode tudo).
A zebra é branca com listras pretas ou preta com listras brancas? (eu acho que ela tá de pijama)
Qual era a cor do cavalo branco de Napoleão? (affe)
Ô dúvida cruel!
Alguém aí tem a resposta certa?

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