quarta-feira, 1 de outubro de 2008

ATCHIN! É GRIPE? SAÚDE.

Hoje estou afônico, atônito e sobretudo cômico. É que estes dias agitados mexem com a sanidade da gente. Tudo acontece ao mesmo tempo, dizem que atrás do pobre sempre vem o bicho. Pois é, abarrotado de trabalho, a mulher doente, semana de prova das crianças, acabei por ficar constirpado (não é xingamento ou religião não), é a danada da gripe mesmo, ou melhor do gôgo, como se diz por aqui (há quem fale em resfriado, mas com um clima tão seco, não se pega friagem assim tão fácil, imagine resfriagem). Aí, nestas horas, o cara sente o baque da idade, até tossir dói. Mas é assim mesmo, o espírito é de garoto mas o corpo nem tanto, sinal dos tempos, ou seria melhor, final dos tempos (sabe-se lá!).
O importante é não perder o foco, mesmo que se veja tudo meio desfocado e, como diria o Bambam: “faz parte”.
Contudo, porém, todavia e entretanto, a gripe me deixa sempre muito caído, é uma sensação assim tipo - a própria mosca perdida no cocô do cavalo do bandido - viu como é ruim! Mas não se engane, depois do tiroteio, a insignificante mosca é a única que escapa ilesa.
Lambedor de Malva do Reino, Mel, Chá de Vick, de limão com alho bem quentinho (argh) e dois comprimidos de Apracur não curou. Leitinho quente, repouso (isso é coisa pra gente chique), xarope expectorante e outras simpatias nada simpáticas, também não funcionaram.
Então, como diria a Marta, é relaxar e gozar, a cada cusparada, mira-se numa mosca e “cusp”, mais uma aliviada para o velho peito. Me prometo todo ano, vou me vacinar contra a gripe, mas as campanhas são só para os idosos, eu sou novo, quando ficar mais velho, vou me vacinar, eu prometo (ops, desculpa aí, é que é tanta político na televisão, que a gente termina pegando os maus hábitos).

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