terça-feira, 16 de dezembro de 2008

ENTÃO É NATAL!

Final de ano, paz, amor, espírito de natal, Presentes.
Presentes!?
Taí, que bem poderia estar presente no meu bolso um 13° salário polpudo.
Mas a crise. Oh, oh, a crise eu não vejo, mas sinto.
Sinto muito por não poder presentear quem eu queria com decência.
Não que eu seja indecente, mas a situação é que é.
Seria bom Papai Noel existir e trazer o que a gente desejasse. E acreditei em papai Noel, mas minha infância nem tão repleta de sonhos assim já vai longe, e muito mais, a crença no papai Noel. Porém, faço um esforço enorme e tento enfeitar a as fantasias de meus filhos de que ele ainda existe. Acredito que para uma infância feliz, é preciso ter fantasias pueris.
Neste natal de lembrancinhas, (tô fora dos amigos ocultos) não sei nem se sobra um trôco para pintar e reformar a casa. Queira o bom velhinho, que sobre ao menos algum para tirar as goteiras.
Ora bolas, todo mundo pinta a casa no fim do ano, porque não eu?
Não há nada de novo neste cenário, apenas a vontade personificar a alegria e torná-la algo palpável.
Fim de ano, novas contas, e olha que nem chegou ainda o ano novo.
O frango (digo o peru) da ceia de Natal, esse já tá garantido.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

SOBRE PINÓQUIO E POLÍTICOS

É incrível! Eu nem sei onde vamos parar com tanta cara-de-pau na nossa política, eles empurram o chicote na gente com tantos tributos e depois vem falar em crise financeira, crise na bolsa, crise na segurança, crise na saúde e crise na política. Nessa sim, temos uma crise de falta de vergonha, aliás, que gerará outra crise bem mais séria – a escassez de produção de óleo de peroba, pois vai faltar produto no mercado para lustrar a cara de pau de tanto deputado metido a espertinho. Graças a “God”(acredito piamente que Deus é americano, pois apesar de arruinar a economia global, o dólar está nas alturas) não existe mandato perpétuo para esta raça.
Votar a reforma tributária, só em março do ano que vem, soluções para a previdência nada, livrar o Paulinho da força sindical da perda do mandado, aí sim, o corporativismo prevalece.
Eu juro que não votei em nenhum destes. Como disse o Lula, o país não “pode se fu”, já a outra, fala que nessas horas “é relaxar e gozar”. Meu “God”, o CQC é que está certo, pelo menos eles mostram a realidade que ninguém quer mostrar, o lado obscuro da força (não se pode falar negro) senão é racismo. A diferença entre pinóquio e políticos, é que quando o primeiro mente lhe cresce o nariz, enquanto que o segundo quando mente, lhe cresce a conta bancária, mas essa, ao contrário do nariz de madeira, ninguém vê.