segunda-feira, 31 de maio de 2010

Olá, amigos amantes da arte cinematográfica!
Minha dica de hoje vai para o filme ‘Príncipe da Pérsia - As areias do tempo’.
A Disney está apostando na fórmula certa, entretenimento para encher os olhos. Após o sucesso ‘Piratas do Caribe’ e ‘Crônicas de Nárnia’, ela traz para o cinema um dos maiores sucesso do mundo dos games, lançado em 2003 pela Ubisoft.
Com um custo de cerca de 150 milhões de dólares, o filme nada deixa a desejar em termos de ação e efeitos especiais, boas atuações, lindas paisagens e cenários grandiosos filmados em Marrakesh, Ouarzazate e Erfoud, no Marrocos e Grã-Bretanha.
A trama conta a história de Dastan (Jake Gyllenhaal), um menino pobre, que é recolhido nas ruas de um mercado pelo rei e criado como príncipe no palácio.
Com o intuito de debelar uma rebelião, o irmão do rei, Nizam (Ben Kingsley), arquiteta um plano para a invasão da cidade sagrada de Alamut, onde a rainha Tamina (Gemma Arterton) guarda um segredo que pode destruir a humanidade, uma adaga mística que contém as areias do tempo, um força tão poderosa, que quem a possuir pode dominar o mundo.
Com o assassinato do rei, Dastan é acusado por seu tio e tem que provar sua inocência junto a seus irmãos, com isso, começa uma jornada ao lado de Tamina, onde irá enfrentar segredos há muito escondidos pelos deuses. Repleto de sensacionais tiradas de humor, o filme mostra muita ação e duelos fantásticos.
Os atores Orlando Bloom e Zac Efron e o indiano Hrithik Roshan foram sondados papa o papel principal, mas não deu certo. O filme está no topo das bilheterias brasileiras com uma arrecadação em R$ 4,430 milhões.
A direção ficou a cargo de Mike Newell (Piratas do Caribe), o roteiro é de Carlos Bernard, no elenco temos ainda Alfred Molina (Sheik Amar), Selva Rasalingam (Capitão Persa), dauda Shah (Asoka) e Gísli Örn Gardasson (Vizir). Para quem quer muita aventura e ação, o filme é um prato cheio.

DIA PERDIDO (HÁ?)

Há dias, que se a gente pudesse escolher, seria melhor não tê-los. Talvez hoje, fosse um daqueles dias para não sair da cama, para tomar um chá de sumiço, afim de não dividirem contigo as culpas do mundo. Se é que há culpa que mereça o teu sacrifício. Se pergutassem a você sobre esse dia, diga que o passou em casa, lendo ou dormindo, desde que, o celular ou outro meio qualquer que te prive da privacidade estejivesse desligado.
Pelo menos, o dia fechou com chuva, ela, metaforicamente, lava minha inaptidão de tentar compreender as pessoas, pois quando tento, atento que não consigo nem conhecer direito a mim mesmo, quiça o que se passa com o outro.
As segundas-feiras são assim, malemolentes e dotadas do poder de te ferrar o resto da semana.
Já os viciados em trabalho, adoram a segunda-feira, nada contra, desde que ela não tire o chão debaixo de teus pés, não disparem tua pressão ou te acelere a gastrite.
Juro que se fosse opção, desejaria criar bode no interior, ou até mesmo me conformar escondido e remoendo outras mágoas na mesa de um escritório repetindo metodicamente o mesmo trabalho burocrático de um funcionário público do último escalão, pelo menos assim, o processo seria mecânico e não exigira pensar demais (o que na maioria das vezes justificaria o salário).
Criar para mim é um parto, só que quando há erro na execução, é uma sangria hemorrágica, sem anestesia ou cura, o filho tá perdido, agora, só fazendo outro.
Cada dia que passa, esses abortos me deixam mais exauridos, terminam por esgotar a fonte, uma vez deserto, o raciocínio ilógico da criação, assolado pelo esturricante calor do vazio da frustação, não resta muito na cabeça, até mesmo os últimos fios de cabelo dão-se por vencidos, no fim, sou apenas alguém meiando a década dos 40 e quase que completamente careca, de pelos capilares e aspirações artísticas.
Vou voltar para o interior, a vida lá apesar de tudo, ainda parece bem mais simples do que as opções erradas tomadas no afã da juventude em projeção. Busco apenas a utopia de ser feliz, essa, ainda é uma esperança que apesar de tudo, insiste em viver.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Olá, amigos amantes do cinema! Estou postando pela primeira vez aqui, meu artigo semanal do Jornal Diário do Povo, uma sugestão de meu amigo Alexandre (muito bem-vinda).
Vamos voltar aos romance de cavalaria e mergulhar no tempo até a idade média. O filme de hoje é ‘Robin Hood’ e tem a direção do consagrado Ridley Scott.
Para quem gosta de filmes com Russell Crowe (Gladiador) não pode perder este grande épico.
Muito já se falou, escreveu e filmou sobre a vida do lendário Robin Hood, interpretado por astros como: Douglas Fairbanks (1922), Errol Flynn (1938), Sean Connery (1976), Care Elwes (1993) e Kevin Costner (1991), no entanto, a história deste novo filme conta um pouco da vida de Robin, antes dele se tornar o lendário ladrão da floresta de Sherwood.
Tudo começa com o retorno do Rei Ricardo - Coração de Leão (Danny Huston), da sua frustrada Cruzada na Terra Santa, a partir daí até a Inglaterra, muito fatos ocorrem, desde a mudança da coroa, até o próprio Robin (Crowe) lutar lado a lado com o príncipe João (Oscar Isaac), tentando debelar uma invasão arquitetada pelo rei francês Felipe e o cavaleiro Godefrey (Mark Strong), afim de se apossar da Inglaterra.
Para cumprir uma promessa feita a um cavaleiro real, Robin terá que entregar uma espada no vilarejo de Nottinghan, a sir Walter Loxley (Max Von Sydow), lá conhecerá a bela Marion (Cate Blanchett), daí, todos os acontecimento levarão Robin a assumir o lugar do cavaleiro morto, e também o papel de marido de Marion, para que ela não perca suas terras para a coroa. Com promessas falsas o Rei João une a Inglaterra, mas a custo de altos impostos imporá um jugo ao povo que só será aliviado com o nascimento da lenda Robin Hood.
Bela cenografia, trilha sonora e ótimo roteiro, apesar da crítica malhar negativamente, para mim, se agradar ao público, já é sucesso. Não perca, vá ver!

ONDE ASSISTIR: Cinemas Teresina Shopping - 3
Censura: 14 anos Duração: 130 minutos
Gênero: Aventura Som: Original - Legendado
Horários: 13:30/18:20/21:10h Exibição: 2ª Sermana

segunda-feira, 17 de maio de 2010

PARABÉNS PARA MIM!

Parabéns para mim por mais um ano de vida! Não sou narcisista, mas me amo assim mesmo. E, o aniversário é uma forma de escrevermos mais um domo (para substituir o tão cansado “capítulo”) em nossa história. Engraçado como contamos o tempo apenas quando ele completa um ciclo e, porque não contar exatamente quando este ciclo começa? A gente mede a vida pelo tempo, como se isso fosse de fundamental importância para firmamos a exatidão de nossa existência. Porém ela só terá sentido se você fizer com ela valha à pena. Devo dizer que depois de certo tempo, o aniversário ganha outro sentido que não o de festa, mas o de poder contar os amigos, o de poder passar um dia tranqüilo com a família, o de ter disposição para ainda sonhar e avaliar nossa trajetória até então. Este foi um dos melhores aniversário que já passei. Não preciso de presentes, apenas um sorriso de meus filhos e a atenção de quem escolhi para dividir o caminho. Não teve nenhum cartão, nenhum bolo, nenhum presentinho, teve apenas um dia perfeito. Sou uma pessoa feliz, não tenho o que pretendia ter, mas tenho muito mais do que sonhei ter, isso devo, sobretudo, a Deus. Graças a Ele, recebi mensagens de pessoas da família e amigos que me aceitam como sou. Que bom! Quero que meus filhos sejam como eu, com a persistência, o caráter, a inteligência (excluindo os defeitos), a beleza da mãe e, tenham as virtudes que se espera dos bons filhos. Eles são meu melhor presente! Na minha história de vida, coleciono vitórias, as derrotas e decepções foram apenas para me ensinar que devo ser a cada dia melhor.
As vezes me culpo por não poder fazer mais, mas de certa forma, minhas limitações são os parâmetros que me levam a seguir tentando. Obrigado a todos pelos votos de felicitações, eles representam muito e, são de certa forma um incentivo para seguir adiante. Afinal de contas, já atingi quase meio século de vida (Meus Deus, como passa rápido?!), mas ainda há muito para fazer. Por tudo isso, repito – parabéns para mim!

sábado, 8 de maio de 2010

BURRO!!! EU?

É talvez eu seja mesmo, mas não por incompetência, e sim por tentar não ver a vida pela ótica neurótica
daqueles que não a vivem, mas se deixam levar pelas circunstâncias (sob essa ótica, sou teimoso. Será se ser teimoso do bem é ser burro?).
Sou o mesmo, me alegro em ser como sou, afinal, numa família de 12 irmãos, há sempre aquele que não vê a vida como uma experiência amarga, em que para se sobrepor, se passa por cima dos sentimentos de amizade, respeito e consideração.
Não sou aparente, me orgulho em ser apenas autêntico. Daí, carrego nas costas uma grande carga, a de procurar não magoar as pessoas e fazer por elas (como diz a canção) sempre o meu melhor.
Às vezes (sometimes – acho linda essa expressão inglesa) quando deito à noite, vejo as crias dormindo, não me sinto um burro, mas o mais sábio dos homens, pois não deixo os contágios do mundo invadir os espaços do meu castelo, nele sou rei, e apesar de igual a um “vulcano” resguardar as mágoas do dia a dia só pra mim, ainda há lugar para sorrir e sonhar junto a elas.
Me fiz assim, há quem me goste, há quem me conteste, há que me melhore, mas o que jamais admitirei, é que haja quem me diminua.
Há quem diga ser a vida uma cruz, um fardo, uma luta, uma sina. Mas se acham que ela é uma “carga”, então só espero ter forças para carregá-la até o fim da jornada, mas, sem precisar de ninguém a me chamar de “burro”.
Porque como diz o velho Lua, o burro é paciente, manso e trabalhador, taí, um bom exemplo pra muita gente.