quarta-feira, 23 de março de 2011

FILME DA SEMANA


Olá amigos do cinema! A sétima arte está mais triste pela perda da atriz Elizabeth Taylor (79), na cidade de Los Angeles. Protagonista de grandes filmes como: Quo Vadis (1951) Ivanhoé (1952), Assim caminha a humanidade (1956), Gata em teto de zinco quente (1958) ,Cleópatra (1963) e Quem tem medo de Virgínia Woolf (1966) entre outros, ela vai deixar muitas saudades. Por falar em Los Angeles, O filme que indico para hoje é “Invasão Alienígena – A batalha de Los Angeles”. Este filme divide a crítica, pois se para uns é uma obra prima, para outros é uma bomba. E particularmente, bombas e explosões são tudo que tem no filme. Os americanos sempre fazem questão de se colocar em lugar de povos que tem o seu país invadido por forças poderosas. Mas aqui na terra, que exército invadiria os EUA? Somente alguém mais bem armado que eles, ou seja, uma raça alienígena com alta tecnologia. Mas ainda assim, eles dão um jeitinho de derrotá-los. Típico não? Para quem já assistiu “Independency Day, Distrito 9 e Falcão Negro em Perigo” tem-se a impressão nítida que “A batalha de Los Angeles” é uma mistura de tudo isso. Guardando as proporções, o filme não prima muito pelos efeitos especiais ou uma história consistente. Há uma exaustiva necessidade de apresentar os protagonistas como se isso resultado em um conhecimento de quem é quem durante o filme, o que não acontece, pois no desenrolar da história, fora (Aaron Eckhart) e (Michele Rodriguez) os outros se perdem nas fracas atuações proporcionadas por um roteiro pobre. Com o resto do mundo e grandes cidades destruídas por uma forte chuva de meteoros, os humanos descobrem estarem sendo invadidos por uma raça superior. O que faz da cidade de Los Angeles, o último reduto de resistência humana. A partir daí, um batalhão de fuzileiro liderados pelo sargento da marinha, fará de tudo para garantir sua sobrevivência e da humanidade. Visto por uma ótica militar, o expectador é inserido na batalha através de cenas nervosas que acontecem na paisagem urbana de pontes destruídas, escombros de prédios e ruas. Com um custo de 100 milhões de dólares o filme lidera as bilheterias americanas e brasileiras em sua semana de estréia. O roteiro é de Chris Bertolini e direção de Jonathan Liebesman (O massacre da serra elétrica: O início).

quinta-feira, 10 de março de 2011

A CRISE ESTÁ MAIS VIVA QUE NUNCA


Olhe, pra falar a verdade existem certas idades que são um marco na vida masculina. Todo homem tem em sua vida as famosas crises. Existe crise pra tudo quanto é gosto, crise dos 15 anos (quando a voz começa a mudar, aí se consegue falar fino e grosso ao mesmo tempo), crise de identidade (não sei o que quero ser na vida, até acertar a profissão..iiii), crise de casamento (umas com 2 outras com 7 anos e outras bem mais tarde, a dos famosos começa logo no primeiro ano), crise da meia idade do tiozinho (aquela – Hi meus cabelos estão ficando brancos ou, no meu caso, estou perdendo os cabelos), crise da envelhecência (aquele cinquentão que se veste com roupas de jovem para querer parecer mais novo e aí começa a freqüentar academia ou praticar esporte radical), isso sem falar que ele tem que se tocar e fazer o exame do toque (se o cidadão tiver tendência reprimida então, pode até se apaixonar pelo médico), crise dos 70, o cara só quer pegar menininha, aí doutor, tem que ter grana, é só no que elas pegam, você mesmo, só pega fila de farmácia pra comprar Viagra.

Já passei por algumas dessas crises, agora tô na crise do com dor, é dor de cabeça, dor nas costas, no pescoço, no joelho, nos rins. Ê tempo complicada essa reta dos 40. Acho que quando dizem que a vida começa aos 40, deve ser essa de ir ao médico quase todo mês.

Meu carnaval foi um tour pelas farmácias em busca de remédio para pelo menos tentar dormir bem. Enfim, a vida começa aos 40.

quarta-feira, 2 de março de 2011

FILME DA SEMANA

Olá amigos amantes do cinema! Carnaval chegando, fantasias de todos os tipos e muitos programas alternativos para quem não gosta da folia de Momo. Um desses programa é ir aos cinemas. Vou indicar hoje o filme “Bruna Surfistinha’’. Pelo sim ou pelo não, a questão não é fazer apologia ao sexo livre, mas no caso de Bruna, com o passar do tempo, tornou-se privilégios para poucos. Culta ela foi de garota programa a atriz pornô, além de escrever um blog onde relatava suas aventuras, o que lhe rendeu um livro chamado ‘O doce veneno do Escorpião’ onde conta suas experiências e que a colocou no ranking dos escritores mais vendidos no país. Baseado no livro, o filme conta a história de Raquel (Deborah Secco), uma garota não muito popular na escola e pertencente a classe média da sociedade paulistana. Um dia ela toma uma decisão no mínimo surpreendente para seu padrão de vida, sair de casa e se tornar uma garota de programa. Em pouco tempo, com sua beleza e perspicácia ela vai subindo de nível dentro de sua profissão (tão antiga quanto o mundo) até assumir o pseudônimo de Bruna Surfistinha. A partir de seu blog na Internet ela torna-se conhecida, sendo cada vez mais solicitada para satisfazer as fantasias de homens e mulheres. No elenco, além de Deborah Secco no papel principal, temos ainda um grande time de atores como Cássio Gabus Mendes, Drica Moraes, Cristina Lago, Fabiula Nascimento e Danielle Winits. A direção é de Marcus Baldini. Não temos aqui um filme pornô, no mínimo erótico, mas todos podem ter sua história na tela, mesmo uma garota de programa. Quer ter sua própria opinião, então vá ao cinema!