sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

UMA VIDA DE MARCHINHAS


É carnaval é festa popular que legal a gente vai se encontrar, e nessa hora me segura senão eu caio porque eu vou beber, beber até cair, me dá, me dá um dinheirinho aí.

Você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não pois eu bebo sem compromisso é com meu dinheiro e ninguém tem nada como isso e se a polícia por isso me prender e na ultima hora me soltar, eu vou ser soldado de Israel, não tem água no cantil mas tem mulher no quartel então ó abre alas que eu quero passar.

Eu tô a 100 por hora, senão passar o calor eu jogo a roupa fora. Quero um lindo apartamento com porteiro elevador e ar refrigerado para os dias de calor, mande água prá Iôiô mande água pra Iáiá mamãe que eu quero mamar e no balancê balancê quero dançar com você.

Olha a cabeleira do Zezé será que ele é? É por isso que nós somos carecas e entre as mulheres somos maiorais, pois na hora do aperto é dos carecas que elas gostam mais.

Viemos do Egito e muitas vezes nos paramos pra rezar Alá meu bom Alá se canoa não virar eu chego lá para encontrar a filha da Chiquita Bacana lá da Martinica que não é a Maria sapatão que de dia é Maria e de noite é o João, mas desta vez em vez da moreninha será a rainha do meu carnaval.

Linda pastora morena da cor de Madalena tu não tens pena de mim que vivo louco pelo teu olhar, bandeira branca amor não posso mais, pela saudade que me invade eu peço paz, e se você fosse sincera ô Aurora, veja só como é que era, mas não fique triste que esse mundo é todo teu tu é muito mais bonita que a Camélia que morreu.

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