terça-feira, 18 de setembro de 2012

QUASE LÁ


A estagnação do que deveria ser meu repouso me deixa dopado, estou cansado, minha pressão já vai a níveis estratosféricos, minha visão se turva e, embora cercado pelos meus colegas de jornada, me sinto só.
Só não vou-me porque minha responsabilidade infelizmente me avilta o cérebro, dizendo - termine o que começou.
Em situações extremas, factóides podem ser criados, mentiras contornadas, mas há medidas nada brandas e nem tão pouco lícitas para se chegar a um fim. Mas no fim, não poderia dormir tranquilo. Há pessoas que dizem coisas tão profundas em sua simplicidade que as vezes chego a me assustar, “não vá morrer por causa dos outros” e isso é o conselho mais sábio que recebi neste últimos dias.
Pois comigo há muitos destinos em jogo aqui, e esse peso repousa sob meus ombros.
Já perdi a alegria, agora faço por obrigação o que deveria ser por prazer, de repente me vi envolvido por pessoas que por achismos se afirmam serem profundos conhecedores do meu ofício. Rio-me, não discutirei mais, não está me fazendo bem.
Deixarei como disse Kátia, deixar correr, pois isso não é para mim a coisa mais importante de minha vida.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

DE VOLTA OUTRA VEZ


Muitos dias se passaram e sumi daqui, destas páginas que guardam lembranças imemoriais.
O tempo já não me é tão solícito e este, é o único bem irrecuperável depois de perdido.
Volto para minhas letras, minhas reminiscências, volto para meu blog, este companheiro inseparável de horas de inspiração, ou não.
Já sou grandinho, apesar da baixa estatura, para manter um diário, então deixo apenas o registro de alguns pensamentos, poemas e desejos ocultos semirevelados.
Meus amores, meu amor, minha vida, tudo está descrito aqui. Penso um dia reunir tudo, e fazer um compêndio daquilo que ninguém quer ler, mas que no fundo gostaria de dizer e que de verdade, sou eu.
Sou o que sou, nem mais nem menos, apenas a medida exata do que pode se esperar de mim.