quinta-feira, 30 de abril de 2015

ACREDITE EM VOCÊ


O impossível só é de fato irrealizável quando já predeterminamos em nossa mente que não podemos fazê-lo.
Quando vencemos esta barreira, chamamos a isso de milagre. Mas o que é o milagre?
Seria algo extraordinário ou apenas uma equação potencializada pela nossa mente do que somos capazes de fazer?
De fato, o que não se pode entender, geralmente se atribuímos ao divino. Deus seria a explicação lógica para tudo que foge à nossa compreensão.
Mas até mesmo para que milagres aconteçam é preciso que tenhamos fé, e fé nada mais é do que acreditarmos em nós mesmos. Fé é acreditar que vamos conseguir e trabalhar para que isso aconteça.
Ter fé em si mesmo, no seu trabalho e no que você é capaz de fazer é o essencial para fazer seus milagres se realizarem.
A auto-realização  deve ser ancorada em Deus, no seu trabalho e nos seus esforços para caminhar em direção a isso.

Por isso amigo, tenha fé em Deus, na vida, em si mesmo e no que virá. Você é a chave, mexa-se, abra a porta dos seus sonhos, entre com o pé direito e realize-os.

terça-feira, 7 de abril de 2015

QUANDO VI MEU PAI PELA ÚLTIMA VEZ


Das coisas que na vida se deixa de fazer ou se deixar para depois, uma delas nunca deveria ser passar tempo demais sem ver seus pais.
Quando foi a última vez que você viu o seu pai ou a sua mãe?
Ver, não é apenas olhar, é enxergar por dentro, como eles são de verdade. O que eles pensam, como nos veem agora, o que neste momento lhes é mais importante. Não é a visita domingueira, o almoço em família, a hora que se faz até o cair da tarde quando novamente vamos embora e mais uma vez a solidão lhe é companhia. Ver os pais é por em dia a conversa que a tempos você não tem com eles, sem as futilidades usuais que não te deixa ver com cristalinidade a verdadeira essência dessas pessoas com a qual nos acostumamos e cremos, ou pelo menos nos fizemos crer, de que nunca nos deixarão.
Por mais rotineiros que sejam os momentos, por mais comuns que sejam as situações, viva-as com muita intensidade, esqueça um pouco sua falta de tempo, de paciência, de falta de assunto e ponha-se no lugar de seus pais.
Se dedicaram a vida toda a você, e hoje, você nem poucos minutos lhes quer dedicar.
Não vale a saudade por culpa, por ter deixado tudo para mais adiante, por não ter dito que os amava, por não ter tido a coragem e a decência de ser mais que humano, de não ter tido o amor incondicional de ser apenas um bom filho.
Ser bom filho não é fácil. Você lembra de como eles estavam na última vez que os viu; sorrindo, rancorosos, tristes, prostados, sem atenção, recriminados, e de como estavam vestidos, você lembra o que eles faziam?
Se não, então esqueça as diferenças, as teimosias, esqueça de não escutá-los, esqueça de seu mundinho pré-moldado de valores ancorados na selvageria da falta de diálogo e entre no universo inesgotável de poder suprir sua vida com a presença insubstituível de seus pais.

E então, quando foi a última vez que você viu os seus pais?